
Música,
Dizer o que sentimos através de melodias;
Entremeio de ritmo e poesia, de beijos infinitos.
"Eu te amos" inesperados e transbordantes...
Solfejar dedicando olhares demorados, plenos de sorrisos e arco-íris;
De mel e fruta ainda úmida do primeiro orvalho.
A exposição da alma em cifras, harmonias repletas da alma;
A brandura de cantar o ser dileto e a sorte de tê-lo.
De recitar o amor e, pelos acordes, permitir ser amado;
O frenesi grafado em partitura encantada numa valsa para sempre inebriante.
Teclas e cordas forjadas por mãos sagradas;
Mística execução de carícias e deleite a perdurar por todas as estações.
Dizer cadenciosamente "eu te amo" àqueles que bem queremos e ansiamos sem fim;
Vocalizar um mantra sereno a qualquer tempo ou na ausência deste.
Na aurora cálida, no silêncio das horas e a cada ocaso;
Vaticínio da plácida e eufônica face de Morfeu.
Fazer dueto com a natureza e sentir-se mais perto da origem...
Sussurrar ao pé do ouvido adágios, sonatas, allegros e serenatas;
O lirismo mais doce, o róseo olor da verdade evolado em cânticos, o dom supremo.
Cantatas de ode à lua, aos primeiros amantes que sob seu esplendor encontraram êxtase;
E ao rapsodo vento que veio nesta noite tudo isto me contar.
Cantemos árias infinitas pelos que ainda esperam ter consigo uma presença mais que querida...
E, por fim, viva as eternas vozes que no firmamento sempre farão orquestra;
De Paulo aos Coríntios, de Henry Drummond e de tantos outros.
Cantigas para rememorar fragmentos, anacronismos vitais;
Evo, sinfonia do etéreo, uníssono com a essência.
Irremediável e maravilhosamente intrínseco;
O sumo dos séculos, eis a Música!
(Joyce Oliveira)
Dizer o que sentimos através de melodias;
Entremeio de ritmo e poesia, de beijos infinitos.
"Eu te amos" inesperados e transbordantes...
Solfejar dedicando olhares demorados, plenos de sorrisos e arco-íris;
De mel e fruta ainda úmida do primeiro orvalho.
A exposição da alma em cifras, harmonias repletas da alma;
A brandura de cantar o ser dileto e a sorte de tê-lo.
De recitar o amor e, pelos acordes, permitir ser amado;
O frenesi grafado em partitura encantada numa valsa para sempre inebriante.
Teclas e cordas forjadas por mãos sagradas;
Mística execução de carícias e deleite a perdurar por todas as estações.
Dizer cadenciosamente "eu te amo" àqueles que bem queremos e ansiamos sem fim;
Vocalizar um mantra sereno a qualquer tempo ou na ausência deste.
Na aurora cálida, no silêncio das horas e a cada ocaso;
Vaticínio da plácida e eufônica face de Morfeu.
Fazer dueto com a natureza e sentir-se mais perto da origem...
Sussurrar ao pé do ouvido adágios, sonatas, allegros e serenatas;
O lirismo mais doce, o róseo olor da verdade evolado em cânticos, o dom supremo.
Cantatas de ode à lua, aos primeiros amantes que sob seu esplendor encontraram êxtase;
E ao rapsodo vento que veio nesta noite tudo isto me contar.
Cantemos árias infinitas pelos que ainda esperam ter consigo uma presença mais que querida...
E, por fim, viva as eternas vozes que no firmamento sempre farão orquestra;
De Paulo aos Coríntios, de Henry Drummond e de tantos outros.
Cantigas para rememorar fragmentos, anacronismos vitais;
Evo, sinfonia do etéreo, uníssono com a essência.
Irremediável e maravilhosamente intrínseco;
O sumo dos séculos, eis a Música!
(Joyce Oliveira)
3 comments:
Poetiza nata!
rsrsrsrs... essa menina é meio confusa, não é não?!?!?!rsrsrsrrs
Essa "menina" é o meu amor! :)
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